2as Maiores – À conversa com Pedro Machado “A música é o meu oxigénio.”
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Yamaha: Como foi o teu primeiro contacto com a música? Pedro Machado: O meu primeiro contacto com a música aconteceu aos 6 anos, quando comecei a estudar guitarra clássica. Aos 17 anos comecei a estudar bateria, um instrumento que sempre me fascinou.
Yamaha: Quais são as tuas maiores influências na música? Pedro Machado: Gosto de todos os géneros musicais, mas identifico-me mais com o Rock, o Funk e o Latin Jazz. Ao longo do meu percurso, vários bateristas tornaram-se referências para mim, como Steve Gadd, Dave Weckl, David Garibaldi, Jeff Porcaro, Tony Williams, Vinnie Colaiuta, Steve Smith, Ian Paice, Clayton Cameron, Jeff Hamilton e Horacio “El Negro”, entre outros.
Yamaha: Qual foi o professor que mais te influenciou, há algum conselho ou conhecimento que continuas a transmitir? Pedro Machado: Tive três excelentes professores de bateria. Comecei os meus estudos com Paulo Coelho, com quem dei os primeiros passos no instrumento. Mais tarde, com Tony Thorpe, aprendi a tocar vários estilos brasileiros. Por último, o Chico Cardoso, a quem estou muito grato por me ter aberto novos horizontes na linguagem rítmica e teórica da bateria. O conselho que procuro transmitir é simples: estudem com método, sejam persistentes e desfrutem ao máximo do instrumento que estão a tocar.
Yamaha: Que importância tem a música na tua vida? Pedro Machado: A música é o meu oxigénio. Cada vez que subo a um palco, é muito bom sentir aquela adrenalina. É uma sensação única. Já não consigo viver sem a música. Seja a tocar ou a fazer produção, preciso de estar ligado ao mundo da música.
Yamaha: Fala-nos um pouco dos teus projetos atuais? Pedro Machado: Ao longo da minha carreira, fiz parte de vários projetos, entre os quais a Orquestra Função Pública, Miguel & André, Nucha, Creuzebeks – Tributo a Mamonas Assassinas, Rock Bock, Tripteto e Victor Rodrigues, entre outros. Atualmente, trabalho como baterista freelancer e dedico-me também ao estudo e desenvolvimento contínuo da bateria.
Yamaha: Podes falar-nos um pouco sobre o material que estás a usar e porque escolheste Yamaha? Pedro Machado: Atualmente, tenho três kits de bateria Yamaha: Stage Custom Birch, Absolute Hybrid Maple e Recording 9000. Tenho também várias caixas Yamaha, nomeadamente a Dave Weckl 14" x 5,5", Recording Aluminium 14" x 6,5" e Recording Steel 14" x 7", além da DTX-MULTI 12. Escolhi a Yamaha porque é um som com o qual me identifico e porque a construção das baterias é extremamente robusta. Além disso, independentemente da gama, são instrumentos muito versáteis e adequados a diferentes estilos musicais.
Yamaha: Alguma mensagem final para os jovens músicos? Pedro Machado: Estudem muita teoria e pratiquem bastante para se tornarem músicos versáteis. Sejam persistentes, acreditem no vosso trabalho e, acima de tudo, não desistam dos vossos sonhos.
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